O Eduardo fez ontem um teste de história.
Acho q foi a 1ª vez q estudou a sério...ainda não sei o resultado.
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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020
sexta-feira, 4 de maio de 2018
quinta-feira, 27 de abril de 2017
"As Gaitas do Cemitério"
Na aldeia onde eu vivia, existia um pequeno cemitério que tinha lá umas
gaitas para as pessoas tocarem. Cada vez que alguém tocava uma dessas
gaitas, uma ovelha mandava uma peidaça tão grande que até se ouvia na
aldeia mais próxima. Quando várias pessoas tocavam as várias gaitas, era
um fartote!
Algumas não funcionavam somente com as ovelhas, mas
também com as vacas, só que de outra maneira: faziam-nas rir. A vaca que
ri, daquela porcaria de queijo francês que dá na TV, veio lá da minha
terra.
Quando vinham os imigrantes, nas férias do Verão (na
aldeia não celebrávamos o natal, os mais antigos eram espertos e tinham
queimado a igreja e morto o padre), guardávamos as gaitas todas para que
eles não as tocassem. Não tivessem imigrado. Eles diziam que iam fazer
queixa á guarda, mas nós riamos e dizíamos-lhes que Castelo Branco
ficava mais perto, ah,ah,ah!
Certa vez, um artista de
gravatinha queria levar o pessoal ao Japão, para fazermos um concerto
com as gaitas, as ovelhas e tudo. Mandámos o gajo ás merdas, pois as
gaitas nunca saíam do cemitério e só as tocávamos para nós. Quando as
vindimas não corriam bem e o vinho não saía lá muito bom, nem sequer as
tocávamos!
Não irei revelar o nome da minha aldeia, por
razões óbvias, mas se alguma vez forem pó interior do país e ouvirem
ovelhas a cagarem-se e vacas a rir, ao som de umas gaitadas, ficam a saber
que para esses lados fica a minha terra!
FMI
terça-feira, 14 de outubro de 2014
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
terça-feira, 15 de julho de 2014
domingo, 24 de junho de 2012
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