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quarta-feira, 12 de novembro de 2025
sexta-feira, 7 de novembro de 2025
"Lá pós lados do magoito"
quinta-feira, 21 de agosto de 2025
terça-feira, 25 de março de 2025
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2025
quarta-feira, 27 de novembro de 2024
"Bonsai!" (nunca o digas...)
quinta-feira, 19 de setembro de 2024
"Torres aos Tiros" - poema
"Destruir para reconstruir
Um camião como aqueles da Torres...tir"
quarta-feira, 27 de março de 2024
"Dark Potências" - Poema
domingo, 23 de outubro de 2022
"A Gosma "- pequeno exercício de escrita criativa
Já era noite
Estávamos de rastos, completamente esgotados.
De repente alguém reparou:
- Foda-se, o alguidar está vazio!
Antunes referia-se ao recepiente onde tínhamos deixado o último pedaço de gosma
contra quem tínhamos estado a lutar.
-Procurem-na! - gritou com os olhos completamente esbugalhados, emanando um alto terror.
Valéria agarrou com toda a força a enxada, preparada para estraçalhar aquela nojenta beca de
criatura feita em laboratório.
Eu tinha a minha "six shooter" do tempo dos "cow-boys" e uma sacola cheia de balas. O Antunes
tinha uma fisga de caça, toda moderna, que disparava esferas de aço de 6 mm, as quais tinha também
bastantes.
Aquele bocado de gosma verde tinha ficado no mesmo compartimento que nós, resultado do "fight"
que tínhamos tido há pouco com a criatura, para que esta não conseguisse entrar. Não pensámos que
pudesse mutar, por isso atirámo-lo para dentro daquele alguidar
Ouvimos um barulho.
A puta descia pela parede, e eu, a arfar, apontei a pistola e preguei-lhe duas ameixas, mas começou a
rabinar e a aumentar de tamanho, parecia uma mama gigante, verde e viscosa e com dentes de titânio,
que foram prontamente "tratados" pela enxada de Valéria. Ainda a Gosma tava a ganir, já o Antunes
tinha enfiado cinco ou seis projécteis pelo que aparentava ser o centro de comando do bicho, por nós
vulgarmente conhecido por "cérebro".
Não serviu de nada, morremos todos.
Se tivéssemos um lança-chamas, tínhamos nos safado!
A última coisa que me lembro foi de pensar, enquanto me esvanecia pelo éter afora, que nem se o
que me tinha acabado de acontecer fora real, ou se apenas fora uma das minhas ideias para fazer uma
banda-desenhada que eu tanto queria que alcançasse um sucesso tal que me permitisse dar uns
autógrafos valentes no festival de banda-desenhada da Amadora....
terça-feira, 30 de abril de 2019
"De Fátima a Compostela"
segunda-feira, 18 de março de 2019
"O Anti-corrosivo"
terça-feira, 5 de junho de 2018
"Meio acordado" - poema
quarta-feira, 11 de abril de 2018
"Judas ass"
quinta-feira, 19 de outubro de 2017
"Anfiteatro"
Que sim,
Mas não
Não fomos nós que matámos
O Che Guevara
Nem torturámos
O Xanana Gusmão...
Mas uma coisa te garanto:
Se és facho,
Sangrarás no anfiteatro.
Fmi
domingo, 16 de julho de 2017
"Miasma dos 0,15"
É o miasma dos 0,15
O mesmo miasma de sempre
Reboca, estoca, pintoca
O trabalho não vem contigo do ventre
Fmi
segunda-feira, 10 de julho de 2017
"Confirmo: Trabalhar faz kalos"
sexta-feira, 16 de junho de 2017
"Assalto e bateria" - conto
quarta-feira, 7 de junho de 2017
"Espalha-Brasas 2"- poema
segunda-feira, 29 de maio de 2017
Mais um pequeno conto:
Passava eu a ponte 25 de abril com a minha mulher, ao volante do meu trabi, em direcção a Lisboa, quando aquilo aconteceu. Uma linda manhã de Primavera, a minha mulher até trazia três ou quatro mijonas a enfeitar o cabelo (parecia ela que ia para S.Francisco), e o céu estava mais que limpo.
Deduzia eu que estava perante uma espécie de atentado, e já alguns motoristas tentavam , em vão, apagar as chamas com a ajuda de pequenos extintores, quando uma enorme calhandra-drone de metal saltou do fogo! Elevou-se algumas dezenas de metros no ar, parou por alguns momentos, e de seguida voou velozmente em direcção ao céu, qual fénix renascida das cinzas.
Este foi o acontecimento mais estranho que alguma vez observei, o que ainda piorou após a minha mulher me informar do localidade para onde nos deslocávamos: Calhandriz, ali pós lados de Bucelas...





